Processo para produzir a Resina PET
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O PET é produzido industrialmente por esterificação direta do ácido tereftálico purificado (PTA) com monoetileno glicol (MEG). Ouseja, esses dois elementos (PTA e MEG) são misturados, formando uma pasta que, durante o processo de fabricação, reagirão entre si, passando por cristalização e formando o PET como conhecemos: grãos brancos e opacos.

A resina PET para embalagens rígidas é caracterizada por possuir uma viscosidade intrínseca (VI) maior do que a do PET para aplicações de filmes e fibras. A viscosidade intrínseca, comumente expressa em dl/g, é diretamente proporcional ao peso molecular.

A resina PET é produzidas em duas fases:

1- O PET amorfo é obtido pela polimerização no estado líquido com VI em torno de 0,6.
Nesta etapa é formado o bis-2-hidroxietil-tereftalato (BHET), também chamado demonômero da polimerização. Nesta operação forma-se água, que é retirada continuamente do meio.
O monômero é então transferido para a polimerização, onde, sob alto vácuo, ocorre a policondensação líquida.
Nesta operação, o glicol é eliminado da reação com o aumento da VI do polímero(reação 2).
Neste ponto, o polímero amorfo é retirado do polimerizador, resfriado, solidificado, cortado e então armazenado.

2- Na pós-condensação no estadosólido a resina PET amorfa - obtida na primeira fase de fabricação - é  cristalizada e polimerizada continuamente (reação 3). Nesse processo, a VI do polímero é aumentada tipicamente a 0,8dl/g.
A resina é então embalada, estando pronta para ser comercializada.

 
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